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Os Rumos da Educação 4.0

Os Rumos da Educação 4.0

O que era tendência se transforma numa realidade na transição digital.

Entre os vários processos acelerados ou transformados na sociedade, em consequência da pandemia da COVID-19, tendências viraram realidade e muitas delas ainda estão em fase de ajustes. A Educação 4.0, também chamada por estudiosos de “a Quarta Revolução Industrial”, uma espécie de revolução do mundo virtual e tecnológico, passa a ter um olhar mais intenso, uma vez que as instituições de ensino tiveram que se adequar nesse período de isolamento social.


A Educação 4.0 remete a uma transformação que a sociedade digital já está absorvendo no seu dia a dia, o uso de aplicativos é tão comum e inserido no comportamento atual, que não há como dissociar dos nossos hábitos: nas funções de transportes, consultas médicas (inclusive no sistema púbico), uso de transações bancárias diversas sem uso do dinheiro físico, serviços de entrega e praticamente na nossa comunicação com o mundo. As próprias plataformas voltadas aos sistemas educacionais contemplam essa mudança, irreversível no século XXI.


A discussão de educadores, gestores, sociólogos, filósofos e de criativos da tecnologia é sobre o impacto dessa mudança da “Revolução Tecnológica”, com codinome de “Era da Informação”, sobre a formação de uma geração que está na fase escolar. Sua relação com toda a comunidade estudantil, a preparação do corpo docente, a infraestrutura das escolas e a preservação da relação humanizada.

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Mediação

Acadêmicos das novas tecnologias e apontadores de tendências buscam em seus estudos trazer à tona, o papel das escolas nesse processo, cuja largada já foi dada, e de que forma o controle da velocidade dessa mudança precisa ser modulado. Isso porque, as tecnologias se fundamentam basicamente na facilitação do acesso à informação. Então, qual seria o papel do educador? Com o suporte da instituição de ensino, trazer para o aluno a experiência e as ferramentas adequadas para depurar essa informação

Segundo esses mesmos estudiosos, a informação ao alcance de todos, leva um conjunto de pessoas a obter dados nem sempre confiáveis e as relações baseadas no compartilhamento, facilitado por esses canais de comunicação digital, proliferam em progressão geométrica. Nem sempre as informações são verdadeiras e em muitos casos, “produzidas”. Como então filtrar esse movimento rápido como o piscar de olhos? Talvez lembrando que nem toda tempestade de informações gera conhecimento, porque para isso é necessário estudo, discussão e pesquisa. Na proposta da Educação 4.0, se vislumbra o aprendizado como experiência individual e coletiva não apenas de uma única fonte, mas de vertentes múltiplas que estimulem pareceres próprios. Para isso, dosar os aparatos tecnológicos e a ação humana, podem ser ações imprescindíveis para o equilíbrio homem e máquina

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Habilidades socioemocionais

No desenvolvimento da Educação 4.0, as habilidades socioemocioais precisam estar equilibradas com toda uma geração de ultraconectividade.

Cada faixa etária e seu amadurecimento para lidar com informações compatíveis à fase, devem ser respeitadas e o acesso monitorado. As ferramentas tecnológicas, sejam na Inteligência Artificial (IA), nanotecnologia, inteligência das coisas (IoT) entre múltiplas ferramentas serão cada vez mais comuns, colocando em superexposição pessoas, seus hábitos, comportamentos e com isso, pareceres e julgamentos nem sempre verdadeiros ou idôneos.

Dentro dessas novas habilidades sobre o humano, é que a escola terá um papel decisivo, aliando inovação com humanização, oferecendo discussões e vivências a respeito da autonomia, em vez de apenas “cópias sociais” e exposição desnecessária. Evidenciando ainda o entendimento que o “ser” pode ser mais valorizado que o “ter”, apontando as mudanças de mentalidade e das transformações em andamento do século XXI.

Nesse contexto, aparece os soft skills, capacidade de lidar com pessoas e habilidades interpessoais, entendidas como inteligência emocional, já descrita por Daniel Goleman, jornalista científico, psicólogo e estudioso do comportamento humano, que destaca habilidades tais como:

  • Empatia;
  • Colaboração;
  • Flexibilidade;
  • Comunicação eficaz;
  • Resiliência


Basta saber se os gestores educacionais, pedagogos, coordenadores e corpo docente, estão envolvidos e preparados satisfatoriamente para o desenvolvimento dessas habilidades fundamentais, para um breve retorno de um período que gerou mudanças de comportamentos, de hábitos, de forma de estudar, de aprender e de se relacionar, e que farão parte dessa nova “revolução”.

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