Inteligência Coletiva nas Instituições de Ensino, você sabe o que é?

Inteligência Coletiva nas Instituições de Ensino, você sabe o que é?

O conceito de inteligência coletiva foi criado por Pierre Lèvy como resultado de alguns debates sobre as tecnologias da inteligência. O autor define o termo da seguinte forma: “é uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências”. O que significa dizer que a inteligência coletiva é o conhecimento adquirido e compartilhado pela humanidade ao longo do tempo, e que não é restrito a um determinado grupo.

As tecnologias da inteligência são representadas pelas linguagens, símbolos, recursos lógicos e ferramentas que nos servem. Todo nosso funcionamento intelectual tem como base esses aspectos, como afirma o pensador. Para ele, o ser humano é incapaz de pensar sem essas tecnologias.

Confira o vídeo que elaboramos com a Doutora, Consultora e Professora Universitária de Pós-Graduação da FAE, Deise Bautzer sobre o uso da inteligência coletiva nas instituições de ensino:

Portanto, a inteligência coletiva é uma forma do homem pensar e compartilhar seus conhecimentos, por meio de redes organizadas, por exemplo, a internet. Nesse meio, os próprios usuários geram e compartilham conteúdos e conhecimento que dão vida a rede.

Como utilizar esse conceito nas instituições de ensino

A inteligência coletiva é um conceito que necessita do compartilhamento de conhecimento entre as pessoas. Aplicando essa definição na educação, proporcionamos um aumento na teia de conhecimentos e experiências dos alunos, garantindo um melhor aprendizado. Podemos tomar como exemplo, uma sala de aula composta por 30 estudantes. Cada indivíduo possui um conhecimento baseado em experiências próprias, que apenas ele detém. Compartilhando essa inteligência com seus colegas, o repertório de conhecimento do grupo cresce exponencialmente. Aumenta também a sinergia entre os grupos envolvidos no compartilhamento dos conhecimentos, bem como a cultura do trabalho colaborativo.

Essa troca de saberes pode ocorrer de inúmeras maneiras. Pode se tornar em projetos escolares, gerando uma possível comparação de experiências, aumentando a capacidade de produção e partilha de conhecimentos no âmbito educacional. É possível usar ferramentas tecnológicas (blogs, fóruns, sites, etc) para criar grupos de discussão, o que incentiva os estudantes a compartilharem seus conhecimentos.

O estímulo à inteligência coletiva em uma instituição de ensino, gera rapidez no tempo de produção da informação, no ciclo da sua comunicação e no uso do conhecimento obtido. Os grupos de estudo se envolvem com os conteúdos, ocorrendo um ganho de aprendizado de forma natural e cooperativada.

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