Avaliação processual: medindo o aprendizado de maneira mais eficiente

Avaliação processual: medindo o aprendizado de maneira mais eficiente | Matheus Soluções, sistema de gestão acadêmica com o sistema EAD de melhor custo-benefício do Brasil, nota 5 pelo MEC

Avaliação processual: medindo o aprendizado de maneira mais eficiente

A situação a seguir é corriqueira em ambiente escolar: o aluno estuda (em muitos casos “decora”) para uma importante avaliação. Chegado o dia, as respostas são  “despejadas” no papel, e entregues em seguida para o professor. O aluno sai da sala o mais rápido possível. Você já viu isso nos corredores da sua instituição, não é mesmo?

Essa rotina levanta diversos questionamentos importantes no que diz respeito ao processo de aprendizado: o que o aluno realmente aprendeu? A absorção do conteúdo foi significativa? As avaliações tradicionais conseguem ser, de fato, instrumentos que refletem, mensuram e atestam o nível de conhecimento de um aluno?

Por isso, hoje abordaremos o papel das avaliações no processo de ensino, além de explorar o potencial para que elas avaliem não apenas o aluno, mas também as perspectivas que trazem para a instituição de ensino e professores.

O método tradicional e a avaliação processual

Ninguém aprende da mesma maneira. E é importante que seja assim. Essa pluralidade deve ser encarada como um desafio a ser enfrentado para tornar o ambiente escolar cada vez mais efetivo. Por essa razão, o campo pedagógico tem discutido formas de prestar mais atenção nesse aspecto múltiplo no ensinar e no aprender. Mas será que isso significa que, se ineficientes, as avaliações devem ser abolidas?

Segundo especialistas da área pedagógica, não. Em vez disso, as avaliações devem ser ressignificadas. Com isso, as chamadas avaliações processuais têm ganhado  espaço.

Ao contrário do modelo tradicional de provas bimestrais, que se baseia num sistema classificatório, o modelo avaliativo processual busca acompanhar o processo de aprendizado de maneira mais holística, etapa por etapa. Nesse contexto, o papel do professor acaba sendo mais de mediador, intervindo a partir das dificuldades encontradas pelos alunos.

Esse estilo avaliativo permite também a aplicação de metodologias de ensino ativas (nas quais os alunos são os protagonistas na busca pelo conhecimento) e acabam servindo até como uma ferramenta de feedback para a própria gestão escolar buscar melhorar nos aspectos em que forem identificadas defasagens e oportunidades de aprimoramento.

Um exemplo notável é a Escola da Ponte, em Portugal. Nessa instituição de ensino, o aluno possui mais autonomia para decidir a ordem dos conteúdos que deseja aprender. É também extinto o conceito de “séries”. Isso significa que alunos mais novos podem aprender (e ensinar, por que não?) com alunos mais velhos. O papel do professor é mais de mediação, com intervenções eventuais quando solicitado.

Professor e Instituição: ampliando o potencial das avaliações

É importante reforçar que os sistemas de avaliação não servem exclusivamente para testar a capacidade dos alunos. É possível também extrair informações que irão ajudar também o docente e a instituição na jornada de construção do conhecimento.

No caso dos professores, as provas podem ser úteis para avaliar possíveis oportunidades de crescimento profissional, busca por aprimoramento e atualização e desenvolvimento de novas didáticas.

Para as IE, as avaliações também podem servir como instrumento de gestão escolar. A partir delas, pode-se promover oficinas de avaliação e formação continuada dos docentes, bem como uma visão menos competitiva e classificatória que ainda é tão atrelada às avaliações atualmente.

A Matheus Soluções – Sistemas de Gestão Escolar – disponibiliza ao mercado do ensino, soluções e ferramentas que podem auxiliar as escolas no aperfeiçoamento de seus processos, no gerenciamento de informações e na inclusão de novas tecnologias nas metodologias de ensino.

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